Com o mercado do Porto a abrandar ligeiramente o ritmo de subida de preços mas a manter-se competitivo, compradores tendem a visitar entre 5 a 10 imóveis antes de avançar com uma proposta.
A Câmara Municipal do Porto aprovou um novo regulamento de Alojamento Local que distingue zonas de contenção e de crescimento sustentável, com a freguesia da Sé já sem margem para novos registos.
Os preços da habitação em Portugal subiram 7,5% em agosto de 2026 face ao ano anterior, um ritmo ligeiramente inferior ao de julho (8%), abrindo uma pequena janela de negociação para compradores atentos.
Com o BCE a subir as taxas diretoras pela segunda vez em 2026 e a Euribor a 12 meses em máximos de dois anos, muitos compradores questionam-se se é melhor fechar negócio já ou esperar por condições mais favoráveis.
A Câmara Municipal do Porto iniciou em maio de 2026 o cancelamento de 1.413 registos de Alojamento Local considerados delinquentes, no âmbito da aplicação plena do Decreto-Lei 76/2024.
O regime de IMT Jovem, com isenção total até 330.539€ e parcial até 660.982€ para compradores até 35 anos, está previsto para vigorar apenas até ao final de 2026, sem garantia de continuidade em 2027.
Doações de imóveis entre cônjuges, descendentes e ascendentes estão isentas de Imposto do Selo sobre a transmissão gratuita, mas continuam sempre sujeitas à verba de 0,8% cobrada sobre o valor do próprio imóvel.
O coeficiente de localização, que varia entre 0,4 e 3,5 consoante a atratividade da zona, é um dos fatores que mais pesa no cálculo do valor patrimonial tributário e, por isso, no IMI a pagar em 2027.
A dedução máxima de rendas no IRS sobe de 700€ para 900€ em 2026 e voltará a subir para 1.000€ em 2027, mas só se aplica a contratos de arrendamento registados nas Finanças com recibos eletrónicos emitidos.
Desde 1 de agosto de 2026, o prazo máximo do crédito habitação depende da idade do comprador — até 40 anos de prazo até aos 35 anos, e 35 anos de prazo depois disso — o que altera diretamente a capacidade de financiamento.