Desde agosto de 2026, as casas de banco deixaram de poder ser financiadas a 100%, mas continuam a ser uma via de investimento com preços por vezes abaixo do mercado livre.
A Lei 14/2026 tornou opcionais as coberturas de invalidez no seguro de vida associado ao crédito habitação, o que pode reduzir significativamente o custo financeiro de créditos usados para investimento imobiliário.
Investidores que reabilitem imóveis para colocar no mercado de arrendamento podem beneficiar de vantagens fiscais que se prolongam por até 25 anos, através dos novos contratos de investimento para arrendamento.
Prédios devolutos ou em ruínas podem estar sujeitos a um agravamento do IMI até seis vezes o valor normal, uma penalização que visa incentivar a reabilitação ou colocação no mercado de imóveis vazios.
Em 2026, concelhos do distrito do Porto como Gondomar, Valongo e Santo Tirso oferecem rentabilidades brutas de arrendamento superiores às registadas na cidade do Porto, compensando preços de aquisição mais baixos.
Em 2026, tipologias T1 e T2 lideram a procura no mercado português, sobretudo em contexto urbano, o que exige uma estratégia de preço e comunicação diferente para quem vende casas maiores.
Certidão de teor, caderneta predial atualizada, certificado energético, ficha técnica e licença de utilização são alguns dos documentos que, se não estiverem prontos, mais atrasam escrituras no Porto.
A proposta de reforma do arrendamento urbano entregue no Parlamento a 12 de agosto de 2026 limita o direito de preferência do arrendatário na compra do imóvel a contratos com pelo menos três anos de duração.
Portugal atravessa em 2026 o 11º ano consecutivo de subida dos preços da habitação desde 2015, um dos ciclos de valorização mais longos da Europa, sem sinais claros de travagem.
Com o aumento da oferta de imóveis à venda em 2026, sobretudo no segmento premium, preparar bem a casa antes de anunciar tornou-se decisivo para atrair propostas rapidamente.